sexta-feira, 20 de março de 2009

Playing for Change






























Playing for Change é um movimento que pretende ligar os vários pontos do planeta através da música.

The act of playing music with people of different cultures, religions, economics and politics is a powerful statement. It shows that we can find ways of working together and sharing our experiences with one another in a positive way. Music has the power to break down the walls between cultures, to raise the level of human understanding.
~ Mark Johnson, founder, Playing for Change

One Love

terça-feira, 17 de março de 2009

SOS - Save Our Seals

Estou agoniada. É preciso fazer qualquer coisa. Que alguém cace os caçadores! Dêem-lhes calmantes, chocolates, bonecos de pelúcia, barbies... sei lá... façam qualquer coisa..
Boicotem @s estilistas que usam peles de outros animais (a não ser que não se importem que nos vistamos com as suas!!!)
Viva o linho!
Viva a serapilheira!
Viva o algodão!
Viva a cortiça!


Ana Paula, desculpa-me, mas este vou ter de colocar!
Sugiro às pessoas sensíveis que não observem o vídeo. Mas decidi participar na denúncia. Assim! E vou deixar de comprar produtos exportados pelo Canadá. E não comerei bacalhau do Canadá, já que usam o pretexto da escassez do bacalhau para ocultar a pesca excessiva e justificar a matança!




Está mal na sua pele?
É por isso que veste a de outro animal?!
Porque não um casaco feito de pele de Fátima Lopes? Ou uma cabeleira com o escalpe de Fátima Lopes?
(o vídeo que se segue tem outras imagens chocantes, para além da imagem da aproveitadora de predadores, Fátima Lopes)

FIFA

domingo, 15 de março de 2009

para terminar o fim de semana com um sorriso

Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome:
Joaquim Gonçalves.
Um era sacerdote e o outro, taxista.
Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.

- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!

- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...

- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia.
Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. - Aqui, no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.

- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar.

Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos! O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar tanto faz...

(Sabemos que a estratégia deve ser definida em função dos objectivos - e é, muitas vezes, mais importante o percurso do que o ponto onde se chega - até porque nunca se CHEGA, verdadeiramente ou mal está o caso. Pedagogicamente, o texto enferma de vários erros mas achei piada, o que querem?!...)
Boa semana :-)

rapidinha de domingo

(clique para aumentar)


sábado, 14 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

abismos


Andava eu a saltitar na net, quando fui parar a este texto. E fiquei espantada. Certamente já o lera, pois li todos os volumes do diário. Mas, indubitavelmente, lera-o apenas com os olhos...

«" Coimbra, 30 de Abril de 1988 - Encontrámo-nos casualmente e contou-me mais uma das suas aventuras em que põe em risco todos os valores burgueses de que é ornamento._ Você, como já uma vez lhe disse, gosta de passear à beira dos abismos..._ Mas não caio em nenhum, já reparou? Porque será?_ Porque é incapaz de amar... »
Miguel Torga, diário XV, 111
copiado daqui

segunda-feira, 2 de março de 2009

outras touradas

massacre, na Dinamarca
(o link remete para uma informação importante, mas com imagens chocantes).

domingo, 1 de março de 2009

para a Arábica, com o meu pedido de desculpas


Sente-se, fique à vontade e tome, enquanto está quentinho! É com chilli.





Helpdesk da idade média

Margarida Moreira, escritora futurista!!!

Vejam estas «pérolas» que foram legadas à humanidade, sob a forma de ofícios, pela Directora Regional de Educação do Norte, Drª Margarida Moreira!
(Julgo ter entendido, finalmente, para que servem as direcções regionais de educação e o respectivo ministério: para ganrantir que estas nódoas não tenham contacto com estudantes! Claro que, com a água do banho, lá vão parar alguns e algumas docentes válid@s mas é o preço a pagar...)


Ex.mo(a) Senhor(a)

Director(a) / Presidente do Conselho Executivo

Como é do conhecimento de todos, têm vindo a ser entregues nas escolas do Norte, cerca de 4 000 Magalhães/dia por parte de empresas distribuidoras e da própria Direcção Regional de Educação do Norte.

A distribuição continua ao mesmo ritmo e por isso gostaria de recordar as indicações que anteriormente já enunciei:

1. Embora os computadores entregues não correspondam à totalidade da encomenda, tal só significa que haverá novas distribuições;

2. Os computadores recebidos devem ser enviados pela escola para casa, no próprio dia de entrega, sem mais qualquer delonga;

3. Em Janeiro, deverá ser marcado um dia em que as crianças devem trazer os Magalhães, para iniciar o trabalho casa-escola.

4. O pagamento dos Magalhães, nos casos em que a isso os pais sejam obrigados, estão a receber informação por sms devendo, em todas, constar a entidade 11023;

5. Caso o número de computadores de entrega, não corresponda com o número presente na guia de remessa, deve o facto ser mencionado directamente nesta, referindo o número total recebido.Tal facto não impede que, de imediato, se recebam os computadores apresentados;

6. O Ministério da Educação tem perfeita consciência das dificuldades que este tipo de acção de massas acarreta às escolas e, embora esta situação lhe escape entende que o mais importante é a recepção dos Magalhães, como mais valia almejada pelos nossos alunos, e por isso agradece toda a colaboração e compreensão dos orgãos de gestão, dos professores e dos serviços administrativos e auxiliares.

7. Quando um encarregado de educação recebe sms e é do escalão A, deve ser reportado e naturalmente o computador entregue ao aluno;

8. Outras situações anómalas devem ser sempre imediatamente reportadas para o nosso mail dsgm@dren.min-edu.pt;

8. Recorda-se ainda que as escolas que ainda não procederam à encomenda do Magalhães o devem fazer com celeridade.

Com os melhores cumprimentos,

A Directora Regional de Educação do Norte

Margarida Moreira


(copiado daqui)


(clique na imagem seguinte, para aumentar, p.f.)

(copiado daqui)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

é por estas e por outras....




Uma mente brilhante (texto «roubado» daqui)

PARTE UM


Um dia conheci um menino que na ocasião tinha 4 anos de idade. Franzino, destacavam-se nele uns olhos muito vivos e um comportamento bastante amadurecido. Trazia uma pequena enciclopédia de astronomia quando entrou no meu gabinete.

Foi a criança que, até hoje, mais me surpreendeu pelas aptidões intelectuais que revelava. Além de demonstrar um conhecimento muito diversificado de matérias, o que lhe assegurava uma extraordinária cultura geral, exibia uma invulgar capacidade de raciocínio. Conversar com ele mostrou-se uma experiência deliciosa. A sua linguagem era fluente, rica de vocabulário e muito expressiva.

A dado momento perguntou-me se eu sabia qual era o maior perigo que o planeta Terra atravessava. Alertou-me logo que eu deveria pensar em algo mais afastado no tempo do que os anos próximos; ele referia-se ao futuro da Terra enquanto astro. Percebi de imediato que dar uma resposta como “aquecimento global”, “poluição” ou “guerra mundial” talvez não fosse o que ele esperava.

Curioso, respondi-lhe com uma pergunta: “O que é que te preocupa?”. Percebeu a minha estratégia e esclareceu-me de imediato que andava a investigar como a Terra iria desaparecer. Pensei logo nas várias possibilidades que têm sido colocadas pelos cientistas: uma colisão com algum objecto gigante do espaço, uma catástrofe natural de dimensões inimagináveis, o definhamento do próprio planeta, etc. Voltei a fazer-lhe uma outra pergunta: “Qual é a tua teoria?”.

O miúdo, vendo o meu interesse, reagiu de imediato com uma resposta que me iria deixar boquiaberto: “A Terra vai afundar-se no Espaço!”... “Como?!” – retorqui. Confesso que nunca ouvira falar de tal coisa. E insisti, já cheio de curiosidade: “Ora explica-me isso. Onde aprendeste essa teoria?”. Resposta imediata: “Em lado nenhum. Fui eu que criei essa teoria!”.

Recostei-me na cadeira, respirei fundo. Rebobinei o filme todo: à minha frente tinha um miúdo de 4 anos e 2 meses de idade que me informava ter uma teoria sobre o fim do planeta Terra! Só me restava continuar. “Ok, sou todo ouvidos.” - disse-lhe.

Para encurtar a história: o menino, que adorava astronomia e muitas coisas mais, encantado com a história do Universo, do nascimento e da morte dos astros ao longo dos tempos, defendia que a Terra sairia da órbita do Sol por “excesso de peso”, o que empurraria o planeta para “o fundo do Universo”. Ou seja, um dia, no futuro, e por força do aumento da população humana, a Terra começaria lentamente a afundar-se no Espaço desprendendo-se da força de atracção do astro-rei!

Cientificamente, a sua teoria não era credível. Penso eu. Mas, o que me fascinou na criança, foi a elaboração mental realizada. Devo dizer que simplifiquei esta história pois a conversa foi bem mais prolongada e envolveu uma acérrima argumentação por parte do miúdo acompanhada de uma série de “evidências científicas”.

O que retenho desse dia foi a extraordinária capacidade de raciocínio, os conhecimentos demonstrados e a perspicácia da argumentação de uma criança com apenas pouco mais de 4 anos de idade.
.
PARTE DOIS
Passaram-se cinco anos. Com 9 anos de idade, recuara na sua “teoria” e aprendera a travar as suas ideias “amalucadas” (para usar a expressão de uma professora). O mundo, conforme a escola o estava a ensinar, era feito de realidades concretas e lógicas e que ele deveria aprender de forma organizada para se tornar numa pessoa culta. Apaziguou a sua mente fervilhante de ideias e travou os impulsos criativos. Deixara de explorar caminhos incertos, perdera a arte de questionar. Era um aluno “certinho”, “obediente”, “bem comportado”, aberto ao conhecimento aprovado pelos sábios da Educação. Aprendera também a reprimir pensamentos. Oxalá não se tenha perdido um futuro génio.
Texto de Nelson Lima

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O Fim do Mundo

«O Fim do Mundo»
um original de Gustava Coberta

AVISO:
Se este blog desaparecer, terá sido certamente apreendido pela PSP de Braga!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

não conhecia

mas um comentário aí para trás fez-me ir à procura.
Obrigada, mj, por me apresentares mais esta composição...


... contudo,confesso que tenho alguma dificuldade em aderir a esta canção; do que ouvi, o que ainda prefiro é esta versão mais intimista:

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

sábado, 21 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

comecei no verde...qualquer dia estou madura (lagarto! lagarto! lagarto!)

Isto vai de Mao...

a Piao...
lá vou eu prá engorda ....

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Camí d'amor


Mais informações aqui

E esta?!

sto male

mas, felizmente, é só um problemazito físico

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

HOJE!






ÀS 21h

no programa «Grande Auditório»

da ANTENA 2
CONCERTO PARA ACORDEÃO E ORQUESTRA
composto por
Cristóvão Silva
Interpretado por
Gonçalo Pescada e a Orquestra do Algarve
dirigida pelo o Maestro Laurent Wagner

Prós e contras...

(Foto usada sem intenção de ofensa para os lobos, nem para os cordeiros e porque se trata de uma montagem e não de um cordeiro que tenha sido mesmo esfolado!)


Prós e contras sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo


(definitivamente não faz sentido falar em casamento de homossexuais, para mim; e faz todo o sentido falar em casamento entre pessoas do mesmo sexo - nomeadamente padres que, aliás, deviam lutar com mais veemência e menos hipocrisia pelo casamento, tout court!)

Tenho pena de não ter gravado. Para daqui a uns anos mostrar aos jovens - tenho esperança de que algumas coisas que por lá se disseram soem como mentiras ou anedotas, dentro de umas décadas... Tal como quando lhes digo que quem desse um beijo (heterossexual) em público se sujeitava a pagar uma multa de 2$50 (25 tostões). Ou quando digo que as estudantes do liceu não podiam falar com os estudantes. Ou quando lhes digo que os filhos de pais divorciados eram discriminados e os filhos de mães solteiras nem se fala...

- Não tarda, por este andar, qualquer dia estamos a discutir a legalização da poligamia! - Dizia alguém, a dada altura.
E eu diria - Antes isso do que estar a sugerir que quem não se comprometer a ter dois filhos não se pode casar; ou decidir que se se descobrir ou sobrevier um problema de infertilidade, o casal vai ter de se divorciar. Ou que o casal só se poderá divorciar no caso de infertilidade de um dos parceiros - sim, que eu bem ouvi lá ser dito que o casamento é para sempre, não é só enquanto dura o amor!

Voltando à poligamia. Descobri, há muito pouco tempo, que sou a favor da poligamia - não para mim, mas para quem a desejar - sob a condição de que também seja admitida a poliandria - não para mim, mas para quem a desejar.
Descobri, há pouco tempo, que afinal me merecem mais respeito os homens das culturas assumidamente polígamas, que assumem as suas mulheres e os seus filhos e filhas, do que os homens das nossas culturas que oficialmente só têm uma mulher mas fazem filhos em várias outras, não os assumindo. Nem assumindo o dever recíproco de protecção e respeito para com as «não oficiais» e, consequentemente, para com a «oficial».
QUE SOCIEDADE HIPÓCRITA, A NOSSA!
Já agora, se deixassem os padres contrair matrimónio, com mulheres ou com outros homens, muitos desgostos se evitariam!

Os «argumentos» do não foram uma coisa assustadora. Nem queria acreditar que estava a ouvir o pároco a criticar o relativismo e a evolução dos tempos! Mas então, porque é que ele não foi para lá de saias, digo, de batina?!
E sim, eu não posso afirmar, mas posso opinar: andava por ali muita homofobia - mas num sentido um pouco mais lato que a definição que foi dada! Havia por ali muito discurso a reflectir o medo das tendências homossexuais dos respectivos emissores; não é dos outros homossexuais que têm medo: é do homossexual que os habita que têm pavor. Mas mais não ousam que uns traiçoeiros e mal contidos trejeitos...
Pronto!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

tinha-me esquecido desta letra

Infelizmente, lembrei-me - porque terá sido?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

amigo é casa



AMIGO É CASA
(Capiba / Hermínio Bello de Carvalho)

Amigo é feito casa que se faz aos poucos
e com paciência pra durar pra sempre
Mas é preciso ter muito tijolo e terra
preparar reboco, construir tramelas
Usar a sapiência de um João-de-barro
que constrói com arte a sua residência
há que o alicerce seja muito resistente
que às chuvas e aos ventos possa então a proteger
E há que fincar muito jequitibá
e vigas de jatobá
e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de
resedás
não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar
que os cabelos brancos vão surgindo
Que nem mato na roceira
que mal dá pra capinar
e há que ver os pés de manacá
cheínhos de sabiás
sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis
choro de imaginar!
pra festa da cumieira não faltem os violões!
muito milho ardendo na fogueira
e quentão farto em gengibre
aquecendo os corações
A casa é amizade construída aos poucos
e que a gente quer com beira e tribeira
Com gelosia feita de matéria rara
e altas platibandas, com portão bem largo
que é pra se entrar sorrindo
nas horas incertas
sem fazer alarde, sem causar transtorno

Amigo que é amigo quando quer estar presente
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer
Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha
e oferece lugar pra dormir e comer
Amigo que é amigo não puxa tapete
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem
quando não tem, finge que tem,
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Para R. L....

... a encurtar distâncias...

para pequenos males...




Para pequenos males...







GRANDES REMÉDIOS



(ai, ai, que gosto mesmo deste chocolate com especiarias!)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Petição pelo voluntariado na política

As grandes iniciativas são de aplaudir. E as grandes iniciativas majestaticamente altruístas são de incentivar, depois de aplaudidas. Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação, de seu nome Valter de Lemos, com o seu projecto de despacho para recrutar professores reformados para trabalho voluntário nas escolas, inspirou-nos. Professores que tenham abandonado o ensino por via duma reforma antecipada poderão tranquilizar a sua consciência face à fuga prematura, mesmo que a perda material não seja reposta. Para se sentirem mesmo re-integrados, até terão igualmente direito a avaliação no final do ano lectivo.Como medida genial que é, cuja superior grandeza apenas não foi suficientemente sublinhada face ao carácter humilde do seu criador, entendemos que a bem da Nação não pode ficar limitada a esta área profissional. O voluntariado é nobre; é desinteressado; e é barato! É em consequência desta observação que vêm os signatários desta petição solicitar que esta Assembleia estenda este brilhantismo aos gestores públicos e ministros, sem esquecer todos os cargos de nomeação pública. Dêem, por favor, hipótese de redenção a todos quantos pretendam desempenhar os seus cargos sem a maçada de uma remuneração mensal.Pelo País, pela abnegação mas sobretudo pelo nosso bolso, que esta Assembleia institua o regime de voluntariado entre a classe política. Sem esquecer a avaliação anual, naturalmente.~

Pelo Voluntariado na Política

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cristóvão Silva


(clicar para aumentar, p.f.)
Atenção, como muito bem alerta a Deni, o concerto já teve lugar; agora podemos escutar é na Antena 2

Transmissão de
Concerto de Primavera
na Antena 2
É com orgulho e satisfação, que a Direcção da Academia de Música de Lagos, comunica a todos os interressados, que poderão ouvir a 1.ª Obra de um compositor Português ,Cristóvão Silva, para acordeão, cujo Intérprete foi Gonçalo Pescada, e Orquestra, pela Orquestra do Algarve, dirigido pelo Maestro Laurent Wagner, pelas

21 horas

17 de Fevereiro de 2009

ANTENA 2



Encomenda da obra : - Academia de Música de Lagos

Produção e realização : - Academia de Música e Lagos

Estrutura financiada pelo MC-Ministério da Cultura/dgARTES-Direcção Geral das Artes;

Apoios da Câmara Municpal de Lagos, Caixa Geral de Depósitos e Hotel Tivoli, Lagos;

Estreia absoluta : - Centro Cultural de Lagos a 10MAIO pelas 21h30





terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

foi-se a gripe...


A gripe partiu, mas deixou-me ainda uma voz grave, de impôr respeito!

Agora, mãos à obra que o trabalho está todo atrasado. A quem por cá passou, as minhas desculpas pela demora em publicar os comentários e o meu obrigada pela solidariedade

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

tenho tudo atrasado...




acho que apanhei a gripe das aves.... raras (perdi o apetite mas não perdi a mania, poi tá claro!)
Estou em dívida para com alguns passageiros e passageiras deste comboio; desculpem mas tive de meter baixa...
até breve, espero

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Marta Vieira da Silva - Brasil

Confesso a minha ignorância em relação ao desporto. Confesso que me bastam os dedos de uma mão para contar os desafios de futebol a que assisti, via TV, em toda a minha vida. Confesso que os únicos desafios de futebol a que assisti ao vivo foram os dos alunos do Liceu contra os alunos da Escola Industrial e Comercial, da minha cidade. Confesso que, no meu 7º ano (actual 11º), joguei uma partida -UMA- de futebol, porque os rapazes da Escola se baldaram e fizemos um jogo só com a malta do Liceu -raparigas do 6º contra raparigas do 7º e rapazes do 6º contra rapazes do 7º. Confesso que só sabia que na primeira parte devia impedir a bola de entrar numa baliza e tentar marcar golo na outra e que na segunda parte era ao contrário. Ganhámos - por mero acaso.

Agora, confessem lá @s que sabem quem é Cristiano Ronaldo, o que sabiam de Marta Vieira da Silva?



domingo, 11 de janeiro de 2009

sábado, 10 de janeiro de 2009

Porque hoje é sábado

e porque o teu telefonema me fez bem à alma e aliviou a gripe :-)

Obrigada, com um beijinho... esterilizado ;-)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

«O melhor do mundo são as crianças»?


Pelo menos 257 crianças morreram e 1.080 ficaram feridas - um terço da vítimas registradas desde 27 de dezembro - segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) hoje. Crianças, que compõem mais da metade da população de 1,4 milhão de pessoas da Faixa de Gaza, são as vítimas mais indefesas da guerra entre Israel e o Hamas.
O pior para as crianças é a noção de que nenhum lugar é seguro e que os adultos não podem protegê-las, segundo Iyad Sarraj, um psicólogo que agacha-se em seu apartamento na Cidade de Gaza com seus quatro enteados, com idades entre 3 e 17 anos. Adam, de 10 anos, fica apavorado durante os ataques com bombas e desenvolveu ataques de asma, diz Sarraj.
Israel afirma que seu objetivo é responder aos repetidos ataques de foguetes do Hamas no sul israelense e que está fazendo o máximo para evitar mortes de civis. Mas agências de ajuda humanitária estrangeiras lembram que os civis não podem escapar da sitiada Faixa de Gaza e que os bombardeios em áreas densamente povoadas inevitavelmente levam a vítimas civis. O Exército de Israel tem usado tanques e bombas de artilharia, bem como grandes bombas aéreas. No bairro de Zeitoun, na Cidade de Gaza, médicos encontraram quatro crianças pequenas perto dos cadáveres de suas mães no interior de uma casa, segundo informações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, sediado em Genebra. "Elas estavam muito fracas para ficarem em pé sozinhas", afirmou um comunicado da instituição. A Cruz Vermelha lembrou que as forças israelenses recusaram-se a conceder permissão a equipes de resgate para que chegassem ao bairro por quatro dias. Israel disse que o atraso foi causado pelos conflitos.
Texto copiado daqui
(Não, não coloco fotografias de crianças feridas ou mortas; por respeito para com as crianças, para com os familiares, para comigo e para com a humanidade)

Sugestão de leitura

Encontrei, por duas vezes, raparigas israelitas que tinham acabado de cumprir o serviço militar. As primeiras, encontrei numa «maison d'étudiants», em Paris, corria o ano de 1983; as segundas, encontrei numa B&B na Escócia (já não me lembro em que terra), há uns 4 ou 5 anos. Todas falavam fluentemente Inglês. Eu... acho que também. Mas não as consegui compreender...
Gostava que lessem o post publicado hoje, 9 de Janeiro de 2009, no Blog «Em pequenas doses»
Obrigada, Arábica.

é por estas e por outras que eu sou contra (est)a democracia

"Os projectos de lei do Bloco de Esquerda e do Partido Ecologista Os Verdes para suspender a avaliação dos professores foram chumbados no Parlamento por apenas um voto, com o apoio de toda a oposição e de quatro socialistas.
Com a oposição votaram os socialistas Manuel Alegre, Teresa Alegre Portugal, Julia Caré e Eugénio Alho, enquanto a deputada independente socialista Matilde Sousa Franco abasteve-se. No total, a proposta foi votada favoravelmente por 113 deputados, enquanto 114, todos do PS, votaram contra.
Já a proposta do PSD
para suspender a avaliação dos professores teve a abstenção de dos socialistas Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré, Eugénia Alho e da independente socialista Matilde Sousa Franco, acabando rejeitada com 114 votos contra e 109 a favor.
Após a votação, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, recusou-se a esclarecer se o Governo colocou o cenário da demissão caso um dos projectos da oposição, para a suspensão da avaliação dos professores, tivesse merecido aprovação no Parlamento.
Interrogado se o Governo se demitia caso um destes projectos da oposição fosse aprovado, Augusto Santos Silva afirmou que «o Governo só existe porque conta com a confiança do Parlamento». [...]"
Copiado daqui (os sublinhados são meus)

Pronto, por um voto-UM- não se fala mais nisso. Isto é a democracia da cobardia, do facilitismo, do dedo no ar e outro no telefone. Para satisfazer 114, ficam 113 insatisfeitos! Isto é justiça? Isto é sequer lógico?!
E desses 114, QUANTOS PERCEBEM DE EDUCAÇÃO? QUANTOS PERCEBEM DE AVALIAÇÃO?!
E, se isto é uma democracia representativa, quem não é professor que condições tem para representar os professores???!!!

E «a confiança do parlamento» é igual a 114? Como pode alguém ficar satisfeito com uma «confiança 114»?!
Digam antes «O governo só continua porque tem a maioria absoluta»! E eu digo que a Drª Manuela Ferreira Leite não sabe o que diz, porque já estamos em intervalo de democracia, sim senhora, e há mais de 6 meses! Eu, que conheci a ditadura, já lhe vi a sombra em vários becos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Para quem entender Catalão


LA MOSCA.ASSETJAMENT A LES AULES
GEMMA PASQUAL I ESCRIVÀ
PREMI DE NARRATIVA JUVENIL BENVINGUT OLIVER 2007
COL·LECCIÓ «NARRATIVA», 17
106 PÀGINES / 978-84-935498-7-9 / 8,80 EUROS
PERIFÈRIC EDICIONS, CATARROJA, 2008

«Una història ben actual
Una història que indaga en un dels problemes més greus que afectenla comunitat educativa, l’assetjament a les aules, tractat per un delsautors de literatura juvenil més prometedors del moment.
La Isona és una jove adolescent que fuigdel seu passat.Ha canviat d’institut, des-prés d’haver patit un mal tràngol, unamala experiència que li ha trasbalsat percomplet, arran de ser testimoni directede la mort d’un company de classe, elMarc, amb el qual havia establit una relació ben íntima. Al nou institut, però,la situació d’assetjament que va haverde partir abans del canviar-se’n, es tor-na a reproduir, i la sensació de por, devulnerabilitat i de fòbia a les aules tor-na a imposar-se, com els malsons que,una vegada i altra, la trastornen i lamantenen en vil.
A poc a poc, Isona veu com el setge esfa cada vegada més estret, més cruel,més insuportable, i que els seus nousamics, el Miquel i la Laila, esdevenen també objecte de les burles, de lesvexacions, dels ultratges i dels colps dels seus assetjadors, amics al seu torndels antics assetjadors de l’institut on laIsona va ser testimoni del suïcidi del Marc. Però l’aparició, des del principide la història, de Joan, cosí germà delMarc, suposa un canvi substancial en elque se suposa que hauria de ser el de-senllaç d’un cas d’assetjament. Joanserà el desllorigador que farà que latrama d’aquesta novel·la que tracta untema tan actual com oportú, com és elde «l’assetjament a les aules» –així éscom subtitula l’autora el llibre–, aca-be d’una manera tan inesperada comeficient per al lector.
Gemma Pasqual i Escrivà (Almoines,1967) confegeix en La mosca. Assetja-ment a les aules una història àgil, moltben contada, que sap dosificar els ele-ments constituents de la trama amb sa-viesa i que, a més a més, incorporad’altres elements temàtics, com és el dela diversitat –tant en la figura de la Lai-la, que és d’origen àrab, com en la deMiquel, afectat d’un problema d’obesi-tat–, aparentment insubstancials o sub-sidiaris que, no obstant això, expliquenmoltes de les situacions de conflicte quees produeixen hui en dia a les aules, de-rivades de la intolerància i la no-accep-tació de les diferències esmentades.
D’altra banda, l’autora incorpora, enun joc intertextual molt encertat, per-què s’adiu a la història que ens conta,una al·lusió a El senyor de les mosques,la famosa novel·la de William Golding, tot un clàssic de la literatura distòpicao antiutòpica; i una referència a un poe-ma de Joan Brossa amb la qual mira dedotar la novel·la d’una constant quen’afavoreix el ritme i que contribueixtambé a arredonir-la, pel que fa a la seuacoherència temàtica i al·legòrica.
Amb aquesta novel·la, guardonada ambel Premi de narrativa juvenil BenvingutOliver 2007, de Catarroja, Gemma Pas-qual demostra que la seua trajectòriaen la literatura juvenil no és una casualitat, i que els diversos títols que ha anatpublicant des del 1998 formen part jad’una sòlida i solvent veu narrativa quecal tindre ben present ara com ara; i queté un futur garantit com a escriptora,perquè es basa en la qualitat i en lesbones maneres que caracteritzen elsbons narradors. »

Juli Capilla

Quer pagar €1,50 de cada vez que levantar dinheiro num ATM?


Não quer!?

Bem, então só vejo uma hipótese:

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(sem ofensa para ESTE rebanho)
Fotografia de René Maltête

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Ofélia o fel ia

Do pintor Inglês John Everett Millais (1851-2)
O fel ia tocar o fundo

Do pintor Francês Paul Albert Steck (1895)



La mort d'Ophélie
Ernest Legouvé/Berlioz/Bartoli/Myung-Whun Chung
Auprès d'un torrent Ophélie
cueillait, tout en suivant le bord,
dans sa douce et tendre folie,
des pervenches, des boutons d'or,
des iris aux couleurs d'opale,
et de ces fleurs d'un rose pâle
qu'on appelle des doigts de mort.

Puis, élevant sur ses mains blanches
les riants trésors du matin,
elle les suspendait aux branches,
aux branches d'un saule voisin.
Mais trop faible le rameau plie,
se brise, et la pauvre Ophélie
tombe, sa guirlande à la main.

Quelques instants sa robe enflée
la tint encor sur le courant
et, comme une voile gonflée,
elle flottait toujours chantant,
chantant quelque vieille ballade,
chantant ainsi qu'une naïade
née au milieu de ce torrent.

Mais cette étrange mélodie
passa, rapide comme un son.
Par les flots la robe alourdie
bientôt dans l'abîme profond
entraîna la pauvre insensée,
laissant à peine commencée
sa mélodieuse chanson.




«Mourrir d'aimer», de Charles Aznavour (música e letra),
interpretado por Isabelle Boulay

Les parois de ma vie sont lisses
Je m'y accroche mais je glisse
Lentement vers ma destinée
Mourir d'aimer

Tandis que le monde me juge
Je ne vois pour moi qu'un refuge
Toute issue m'étant condamnée
Mourir d'aimer

Mourir d'aimer
De plein gré s'enfoncer dans la nuit
Payer l'amour au prix de sa vie
Pécher contre le corps mais non contre l'esprit

Laissons le monde à ses problèmes
Les gens haineux face à eux-mêmes
Avec leurs petites idées
Mourir d'aimer

Puisque notre amour ne peut vivre
Mieux vaut en refermer le livre
Et plutôt que de le brûler
Mourir d'aimer

Partir en redressant la tête
Sortir vainqueur d'une défaite
Renverser toutes les données
Mourir d'aimer

Mourir d'aimer
Comme on le peut de n'importe quoi
Abandonner tout derrière soi
Pour n'emporter que ce qui fut nous, qui fut toi

Tu es le printemps, moi l'automne
Ton cœur se prend, le mien se donne
Et ma route est déjà tracée
Mourir d'aimer
Mourir d'aimer
Mourir d'aimer

Middlebrow Cultures

University of Strathclyde, Glasgow
Tuesday 14th – Wednesday 15th July 2009

Plenary speakers: Professor Ann Ardis, University of Delaware and Professor Phyllis Lassner, Northwestern University

The Network was launched at the "Historicising the Middlebrow" conference at Sheffield University in July 2008, and we now invite papers for the second conference.

The study of middlebrow culture matters because it illuminates a set of tastes, institutions and social practices associated primarily with the aspirational middle class in the early to mid-twentieth century, and because it helps us understand the relationship between elite, popular and 'intermediate' cultural production. It matters especially now because the emergence of middlebrow cultural products in the decades following the First World War was, primarily, a result of technical innovations in printing, distribution, recording, and broadcasting. This relates directly to trends in our own time, since the internet has not only resulted in a vast renaissance of textual production, but has also generated new internationalised audiences and interpretive communities which echo the middlebrow cultural formations of the early twentieth century. Examples include electronic book clubs, new bohemian web magazines, and diaries and blogs which recall the Mass Observation project.

We invite proposals which focus on any aspect of middlebrow culture, and on any period from the later nineteenth century to the present. In particular, we welcome papers or panels on our two priority themes:

. material cultures
. postcolonial cultures

The "material cultures" theme encompasses technologies of the middlebrow, broadcasting, book history, reception studies, and related topics. The "postcolonial" theme invites consideration of geographies of the middlebrow, travel, and the cultural production of formerly colonised countries.

We also plan to include in the conference:

. a special session on resources for researching the middlebrow
. a Middlebrow Network meeting to plan future activities
. a dinner at the famous Glasgow art deco restaurant 'Rogano'
. a visit to the Britannia Panoptican Music Hall (not normally open to the public). To be confirmed.

Proposals of 400 words for 20-minute papers, or up to 1200 words for panels (three papers, or two papers and a respondent), should be sent to Erica and Faye at middlebrow@hotmail.co.uk by 31 January 2009 .

URL : http://research.shu.ac.uk/middlebrow-network/


ética e politicamente incorrecto!

Mas eu nunca disse que sou perfeita, pois não?
Trabalho para tal mas, enquanto lá não chego, deixo-vos isto
iac! iac! iac!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Já tá!

Eu sabia que lhes iam chamar peru....

Mário Nogueira, que espera que os docentes adiaram à greve de 19 de Janeiro, considerou que a atitude de Cavaco Silva não surpreendeu, uma vez que o Presidente da República «no que é essencial está sempre do lado do Governo de Sócrates».
«Por isso mesmo, nem sequer houve qualquer apelo da nossa parte a que não fosse promulgado, porque sabíamos que seria», explicou o coordenador da Plataforma dos Professores, que insistiu que este modelo está a «provocar perturbações graves nas escolas».

(copiado daqui)

Eu é que não sabia que Mário Nogueira era bruxo...
POR FAVOR, apelo às almas caridosas para que me ajudem a entender este raciocínio de Mário Nogueira!!!
Será que, com o novo acordo ortográfico «era o que faltava agora interromper as festas para cuidar dos problemas dos professores» se passa a escrever «nem sequer houve qualquer apelo da nossa parte a que não fosse promulgado, porque sabíamos que seria»???

E a malta cala-se???!!!
E continua a pagar cotas a ESTES???!!!